Segundo o TechRadar, Meta e Microsoft desejam que seus funcionários parem de utilizar o assistente Claude, apesar de ambas as empresas gastarem bilhões por ano com o serviço. Elas pretendem priorizar o desenvolvimento e o uso de inteligência artificial interna, reduzindo a dependência de fornecedores externos.
Motivos da mudança para IA própria
O TechRadar informa que as duas gigantes de tecnologia estão investindo bilhões anuais no acesso ao Claude, mas enxergam nessa dependência um risco estratégico. Ao transferir o foco para soluções construídas internamente, elas buscam maior controle sobre dados, propriedade intelectual e custos a longo prazo. Essa mudança também permite adaptar os modelos às necessidades específicas de cada produto, algo que um fornecedor externo não pode oferecer com a mesma flexibilidade.
Redução de licenças e impulso ao MetaCode
Conforme apurado pelo veículo britânico, a Meta já cortou pela metade o número de assentos (licenças) destinados ao Claude, sinalizando uma retirada gradativa do uso externo. Paralelamente, a empresa está promovendo a adoção do MetaCode, seu próprio ambiente de geração de código baseado em IA, como substituto direto para tarefas que antes eram delegadas ao assistente da Anthropic.
A Microsoft, por sua vez, não divulga números específicos de redução, mas segue a mesma direção: incentivar equipes a utilizarem os modelos desenvolvidos dentro de sua divisão de Azure AI e a GitHub Copilot, que já são integrados aos fluxos de trabalho internos. Essa estratégia visa criar um ecossistema fechado onde a propriedade da tecnologia permanece totalmente sob controle das próprias corporações.
O que ainda não foi divulgado
- Valor exato dos gastos anuais com o Claude por cada empresa.
- Cronograma previsto para o encerramento total do uso externo do Claude.
- Impacto esperado na produtividade dos funcionários durante a transição para as soluções internas.
- Detalhes técnicos do MetaCode e como ele se compara ao Claude em benchmarks de desempenho.


