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Meta lança Muse e diz que atinge fronteira da IA

Meta lançou o modelo Muse, afirmando que atinge a fronteira da IA e pretende desenvolver versões para adoção em larga escala.

13 de out., 09:38 154 fontes · 2 países Modelos Produto
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Servidores de IA em sala de dados com luzes azuis Foto: Google DeepMind / Pexels

Meta lançou o modelo Muse (internamente Watermelon), afirmando que atinge a fronteira da tecnologia e pretende desenvolver versões para adoção em escala massiva.

Capacidades e comparações do Muse

Muse é o mais capaz já lançado pela empresa, segundo a Meta, e deve competir com ChatGPT e Claude em programação, além de resolução de questões financeiras e jurídicas. Modelo sai de investimentos multibilionários e contratação agressiva de talentos.

Alexandr Wang, chefe de IA da Meta, disse que o Muse representa um avanço real e está na vanguarda de tarefas agênticas — tanto pessoais quanto profissionais.

Gráfico de ações mostrando alta após anúncio da Meta
Foto: Rômulo Queiroz / Pexels

Zuckerberg, em entrevista ao Financial Times, afirmou que não vai frear os avanços em IA agêntica e minimizou alertas sobre risco de descontrole.

Ações da Meta subiram 4,7% após o anúncio e acumulam quase 9% de alta no ano até sexta-feira.

O que ainda não foi divulgado

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