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Meta lança Muse, agente de IA que envia e-mails e faz pagamentos em máquinas virtuais

Agente autônomo, inspirado em OpenClaw, acessa e-mail, agenda, saúde e compras; disponível só nos EUA por app e WhatsApp.

08 de set., 21:56 47 fontes · 9 países Negócios
NegóciosMeta
Ilustração de um assistente de inteligência artificial em tela de smartphone Foto: Laura Musikanski / Pexels

Meta lançou nesta terça‑feira (8 de setembro de 2026) o Muse, agente de inteligência artificial capaz de enviar e-mails, efetuar pagamentos e acessar diversos aplicativos de forma autônoma.

O anúncio, feito em comunicado, apesar das preocupações internas de que a tecnologia gerencie dados pessoais confidenciais inadequadamente.

Principais funções do Muse

Arquitetura e modo de operação do Muse

Segundo a Tilt (UOL), o Muse foi desenvolvido com base no projeto de código aberto OpenClaw e cada instância do agente é executada em sua própria máquina virtual, uma emulação baseada em nuvem de um computador pessoão. Essa arquitetura permite que o Muse continue trabalhando em segundo plano, mesmo quando o usuário não está interagindo ativamente com o dispositivo. O usuário decide a quais aplicativos (como e-mail, agenda, pagamentos, saúde, compras e casa inteligente) o agente pode se conectar e pode retirar essa permissão a qualquer momento, conforme informado também pelas fontes mexicanas.

Disponibilidade inicial e futura integração com hardware

A Tilt (UOL) afirma que o Muse estará disponível inicialmente somente nos Estados Unidos, podendo ser acessado por meio de um aplicativo dedicado ou através do WhatsApp. A mesma fonte indica que a Meta pretende incorporar o assistente à sua linha de óculos inteligentes "em breve", embora não tenha divulgado data de lançamento ou funcionalidades específicas dessa integração.

Preocupações internas sobre segurança e confiabilidade

Servidores em nuvem representando máquinas virtuais usadas pelo agente
Foto: Christina Morillo / Pexels

Apesar do lançamento, a Tilt (UOL) destaca que há preocupações internas dentro da Meta acerca do possível manejo inadequado de dados pessoais confidenciais, uma vez que o agente terá acesso sincronizado a informações reais do usuário. Essa simultaneidade de utilidade e risco eleva a atenção sobre questões de segurança e confiabilidade do sistema, apontadas tanto pela empresa quanto pelos veículos que reproduziram a notícia.

Visão de superinteligência pessoal

Segundo a Tilt (UOL), o agente Muse, conhecido internamente como Hatch, representa a peça‑chave do plano do CEO Mark Zuckerberg de oferecer "superinteligência pessoal" aos bilhões de usuários que utilizam diariamente os serviços da Meta.

Nome interno e inspiração OpenClaw

A mesma fonte informa que o desenvolvimento interno do projeto utilizou o codinome Hatch e que o agente foi inspirado no projeto de código aberto OpenClaw.

Apurado em 47 fontes

Tilt (UOL) (Brasil) · El Sol de Córdoba (México) · El Sol de San Luis (México)

ver as 47 fontes

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