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Mecka AI levanta US$ 60 mi da Sequoia para treino de robôs

A start-up de dados de movimento humano Mecka AI fechou rodada de US$ 60 milhões liderada pela Sequoia, com participação da Nvidia e M12.

08 de out., 10:02 6 fontes · 5 países Mercado
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Foto de um robô humanoide em um laboratório Foto: igovar igovar / Pexels

Mecka AI, start-up que coleta e analisa dados de movimento humano para treinar robôs humanoides e outros tipos de robôs, anunciou que captou US$ 60 milhões em rodada Série B liderada pela Sequoia, com participação da Nvidia, do fundo M12 da Microsoft e outros investidores.

Detalhes da rodada de investimento

Segundo a publicação do TechCrunch de 7 de outubro de 2026, a captação foi anunciada como uma Série B. Além da liderança da Sequoia, a rodada contou com a Nvidia e o fundo de venture capital M12 da Microsoft, além de outros investidores cujo nome não foi especificado no texto. A matéria menciona que, anteriormente, o TechCrunch havia informado que a start‑up estava próxima de uma nova rodada com avaliação de aproximadamente US$ 500 milhões.

Como a Mecka AI funciona

A empresa paga pessoas para gravarem si mesmas realizando tarefas cotidianas – como preparar café ou consertar um carro – enquanto usam sensores corporais e smartphones. Esses registros geram dados de movimento humano que são analisados e utilizados para treinar modelos de IA que controlam robôs. A ideia é reproduzir, para o campo da robótica, o papel que empresas como Scale AI, Mercor e Surge desempenham no fornecimento de dados rotulados para grandes modelos de linguagem.

Histórico e contexto de financiamento

Segundo a mesma matéria do TechCrunch, a Mecka AI foi fundada em 2024. Antes desta rodada, a publicação já havia indicado que a start‑up estava próxima de captar novos recursos com uma avaliação de cerca de US$ 500 milhões. A empresa descreve sua missão como atender à necessidade de dados de movimento humano para o treinamento de robôs, seguindo o modelo de empresas de rotulagem de dados que já atuam no campo dos grandes modelos de linguagem.

Pessoa usando sensores corporais enquanto grava tarefa doméstica
Foto: Ulrick Trappschuh / Pexels

Sobre a publicação no TechCrunch

O artigo aparece na seção 'In Brief' do TechCrunch, publicada às 16h36 (PDT) do dia 7 de outubro de 2026. Na mesma página, o site inclui chamadas para o evento TechCrunch Disrupt 2026, indicando que o último dia para estandes é 2 de outubro, que as portas abrem em 13 de outubro e que os participantes podem levar um acompanhante com 50 % de desconto na inscrição.

Contexto do mercado de dados para robótica

O texto aponta que outras start‑up também trabalham com coleta de dados do mundo real para o treinamento de robôs. Um exemplo citado é a XDOF, que, segundo relatos anteriores do TechCrunch, estava em negociações para levantar uma Série B com avaliação de cerca de US$ 1,2 bilhão. Além disso, plataformas de dados que nasceram focadas em grandes modelos de linguagem, como Scale AI e Micro1, estão expandindo suas atividades para a robótica.

O que ainda não foi divulgado

A matéria não traz informações sobre a avaliação pós‑money desta rodada, o número total de participantes além de Sequoia, Nvidia e M12, nem a data exata em que o fechamento ocorreu. Também não são divulgados detalhes contratuais ou o uso previsto dos recursos além do desenvolvimento da plataforma de dados de movimento.

Apurado em 6 fontes

TechCrunch (Estados Unidos)

ver as 6 fontes

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