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Manifestantes protestam na sede da Meta contra interferência

Manifestantes se reuniram em frente à sede da Meta em SP no dia 19/10/2026 para protestar contra supostas interferências nas eleições

19 de out., 23:17 5 fontes · 1 país Mercado
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Manifestantes segurando cartazes em frente a prédio da Meta em São Paulo Foto: Nuno Magalhães / Pexels

Segundo O Globo, manifestantes e apoiadores do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniram no final da tarde desta segunda‑feira (19) em frente à sede da Meta em São Paulo para protestar contra supostas interferências da empresa no processo eleitoral.

Segundo O Globo, o protesto ocorreu no mesmo dia em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu 24 horas para que a dona do WhatsApp, Facebook e Instagram comprovasse que cumpriu a decisão da Corte sobre isonomia na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais durante o segundo turno das eleições de 2026.

Segundo O Globo, os ministros do TSE afirmaram que os prazos já se esgotaram e que não cabe à empresa fixar prazos por conta própria, diferentes dos fixados pelo TSE, passando de 72 horas para cinco dias.

Segundo O Globo, o objetivo do ato, segundo os organizadores, é exigir não apenas o fim dos banimentos e restrições e mais transparência, mas também reparação imediata dos danos e o estabelecimento de canais de apelação e proteção para jornalistas, movimentos sociais e organizações da sociedade civil.

Segundo O Globo, o grupo também cobrou o avanço na regulamentação das redes sociais.

Reclamações e pedidos específicos dos manifestantes

Segundo O Globo, os manifestantes alegam que a Meta não explicou porque derrubou determinada quantidade de conteúdos, não informa aos usuários afetados o que ocorreu, não oferece meios de contestar as remoções e nega direito de resposta.

Segundo O Globo, a empresa se recusa a criar uma proteção específica para perfis de jornalistas, movimentos sociais e veículos de comunicação, alegando falha técnica quando na verdade, segundo os organizadores, isso seria mentira.

Segundo O Globo, os manifestantes também pleiteiam a entrega de uma notificação extrajudicial a Conrado Leister, diretor‑geral da Meta no Brasil, exigindo, entre outras coisas, a exibição de um anúncio na forma Megafone a todos os usuários brasileiros de Instagram explicitando que falhas durante as eleições de 2026 afetaram a distribuição e a disponibilidade de conteúdos de usuários e de campanhas no Brasil, prejudicando, em especial, Lula.

Representação simbólica do Tribunal Superior Eleitoral analisando caso envolvendo Meta
Foto: Mikhail Nilov / Pexels

Segundo O Globo, entre os pedidos estão: banimento imediato de anúncios eleitorais ilegais pagos do exterior; implementação de painel público de transparência; disponibilização de canal público de revisão conduzido por pessoas; restauração imediata dos conteúdos removidos e das contas banidas por manifestação política legítima; e instauração de apuração interna das violações já ocorridas.

Contexto institucional e outras informações mencionadas

Segundo O Globo, organizações pediram mecanismos internacionais de monitoramento de big techs nas eleições brasileiras.

Segundo O Globo, influenciadores de esquerda, citados como exemplos de Janones a Erika Hilton, dispararam em engajamento e superaram a direita nas redes pela primeira vez no ano.

Segundo O Globo, tanto o presidente Lula quanto o senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputam a Presidência no segundo turno, acionaram a Justiça Eleitoral contra a Meta sob o argumento de que seus conteúdos de campanha têm sido prejudicados nas plataformas da empresa.

Segundo O Globo, a Datafolha apontou que a reforma do STF é apoiada pela maioria dos eleitores de Lula e de Flávio Bolsonaro.

Apurado em 5 fontes

O Globo (Brasil)

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