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KAIST revela visão para expandir o Physical AI na Coreia do Sul

KAIST anuncia estratégia nacional para transformar Physical AI em pilar da indústria sul-coreana.

11 de out., 01:19 2 fontes · 1 país Pesquisa
Pesquisa
Laboratório de robótica com braços mecânicos e sensores Foto: Diego Martinez / Pexels

KAIST, o instituto de ciência e tecnologia da Coreia do Sul, anunciou em 11 de outubro de 2026 uma estratégia nacional para levar o Physical AI — inteligência artificial que faz robôs e veículos autônomos perceberem e agam no mundo físico — a indústrias como manufatura, saúde, defesa, logística e o cotidiano.

Visão estratégica e evento de lançamento

O anúncio oficial veio em 11 de outubro de 2026, segundo a Yonhap News. O simpósio ‘Physical AI Korea 2026’ acontece dois dias depois, em 13 de outubro, no prédio KI do campus de Daejeon.

O evento, segundo a mesma fonte, busca mostrar como o Physical AI vai além da robótica convencional. KAIST apresenta a tecnologia como aplicável a fabricação, hospitais, clínicas de saúde, sistemas de defesa, redes de logística e rotinas do dia a dia.

KAIST detalhou, segundo a Yonhap News, quatro pilares de sua estratégia: uma plataforma tecnológica aberta, programas de pesquisa avançada, iniciativas de formação de novos talentos e apoio à criação de startups voltadas para soluções de inteligência incorporada.

A abertura do simpósio, segundo a Yonhap News, inclui uma seleção de vídeos sobre a evolução da pesquisa robótica do instituto e uma apresentação sobre as tendências globais em Physical AI.

배충식, presidente de KAIST, também usará o evento para anunciar a visão institucional sobre como conectar pesquisa de base com produtos desenvolvidos por empresas fundadas por professores.

Tecnologias‑chave que sustentam o Physical AI

KAIST destacou, segundo a Yonhap News, os atuadores de precisão como um dos pilares técnicos. Eles convertem sinais de controle em movimentos finos e estáveis em robôs, veículos autônomos e dispositivos físicos.

Robô vestível sendo usado por uma pessoa para coleta de dados de movimento
Foto: cottonbro studio / Pexels

Os sensores de medição física, segundo a mesma fonte, captam força, vibração, temperatura e posição. Esses dados fluem para unidades de processamento que transformam o sinal bruto em informações utilizáveis pelos algoritmos.

Data centers, segundo a Yonhap News, surgem como infraestrutura essencial. Eles armazenam, buscam e distribuem em tempo real os fluxos de dados provenientes dos sensores.

KAIST descreveu, segundo a mesma fonte, dois tipos de inteligência incorporada:

Demonstração prática com robô vestível

배충식 pretende, segundo a Yonhap News, usar durante o evento um robô vestível desenvolvido pela equipe do professor 공경철. O dispositivo integra sensores de força e atuadores leves para auxiliar os movimentos do usuário.

Ao vesti-lo, segundo a mesma fonte, o presidente coletará dados dos próprios movimentos. Algoritmos de percepção de saúde analisarão essas informações em tempo real e apresentarão ao público como exemplos práticos de como o Physical AI pode monitorar sinais vitais e apoiar decisões médicas.

Apurado em 2 fontes

연합뉴스 (Yonhap News) (Coreia do Sul)

ver as 2 fontes

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