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Tribunal dos EUA suspende proibição de imagens nus de IA após ação de empresa de Elon Musk

Tribunal de St. Louis concede liminar à xAI, suspendendo lei de Minnesota que proibia imagens íntimas falsas geradas por IA. Estado argumentava que norma combat

03 de out., 11:17 7 fontes · 2 países Mercado Regulação
MercadoxAI
Martelo de juiz sobre bancada em tribunal Foto: Boko Shots / Pexels

A xAI, empresa de IA de Elon Musk, obteve uma liminar junto ao tribunal de apelações dos EUA que suspende temporariamente a lei de Minnesota que proíbi a criação de imagens íntimas falsas geradas por inteligência artificial.

A decisão atende ao pedido da empresa, que afirma que a legislação viola a liberdade de expressão garantida pela Constituição americana.

Decisão do tribunal

O tribunal de apelações de St. Louis concedeu a ordem liminar após ação da xAI, revertendo decisão anterior de instância inferior que havia negado o pedido.

A lei de Minnesota, descrita como a primeira do gênero nos Estados Unidos, impede operadores de sites e desenvolvedores de permitirem que usuários criem imagens realistas que monstrem partes íntimas de pessoas identificáveis que não estavam presentes na foto original.

O estado argumentou que a norma combate a disseminação de material de abuso sexual infantil produzido por produtos de IA como o Grok Imagine, em escala alarmante.

Imagem gerada por IA mostrando rosto humano
Foto: Google DeepMind / Pexels

Argumentos da xAI e repercussões internacionais

A xAI sustenta que seu produto possui proteções rigorosas que impedem a geração de tais imagens de pessoas reais, tornando a lei inconstitucional ao restringir a liberdade de expressão.

A empresa já começou a processar usuários que contornam essas salvaguardas tecnológicas.

A Frankfurter Allgemeine Zeitung relata que diversos países estão analisando medidas contra o Grok: a Comissão Europeia anunciou investigação em janeiro, a Comissão Irlandesa de Proteção de Dados abriu processo formal em fevereiro, a polícia francesa fez buscas nas instalações da X, e Reino Unido e Canadá também avaliam ações contra conteúdos sexuais gerados por meio da ferramenta.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 7 fontes

Frankfurter Allgemeine Zeitung (Alemanha)

ver as 7 fontes

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