Jack Clark, co-fundador da Anthropic, defendeu, durante uma sessão no encontro do FMI e Banco Mundial em Bangkok, que a governança de IA precisa de padrões de senso comum, e que os testes das empresas não podem depender apenas de boa vontade.
Defende maior rigor
Clark destacou que a Anthropic já testa seus sistemas de IA e divulga os resultados, mas alertou que essas avaliações não devem ser voluntárias. Segundo ele, sem regras claras, o risco de descumprimento cresce, comprometendo a segurança e a transparência.
O The Economic Times não especificou quais os critérios sugeridos para os padrões de senso comum, nem indicou quais instituições poderiam fiscalizá-los.
Contexto do encontro
O encontro do FMI e Banco Mundial reúne anualmente autoridades e especialistas para debater temas econômicos e tecnológicos, incluindo o impacto da IA no setor financeiro global.


