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Jack Clark da Anthropic pede senso comum na IA

Jack Clark, co-fundador da Anthropic, defendeu padrões de senso comum para IA durante uma sessão no encontro do FMI e Banco Mundial em Bangkok.

17 de out., 01:17 8 fontes · 5 países Regulação
RegulaçãoAnthropic
Painel de discussão sobre IA em conferência internacional Foto: Werner Pfennig / Pexels

Jack Clark, co-fundador da Anthropic, defendeu, durante uma sessão no encontro do FMI e Banco Mundial em Bangkok, que a governança de IA precisa de padrões de senso comum, e que os testes das empresas não podem depender apenas de boa vontade.

Defende maior rigor

Clark destacou que a Anthropic já testa seus sistemas de IA e divulga os resultados, mas alertou que essas avaliações não devem ser voluntárias. Segundo ele, sem regras claras, o risco de descumprimento cresce, comprometendo a segurança e a transparência.

O The Economic Times não especificou quais os critérios sugeridos para os padrões de senso comum, nem indicou quais instituições poderiam fiscalizá-los.

Contexto do encontro

O encontro do FMI e Banco Mundial reúne anualmente autoridades e especialistas para debater temas econômicos e tecnológicos, incluindo o impacto da IA no setor financeiro global.

Apurado em 8 fontes

The Economic Times (Índia)

ver as 8 fontes

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