A inteligência artificial não trouxe ganhos financeiros para empresas fora do setor tecnológico, apesar dos bilhões em investimentos, de acordo com Torsten Slok, economista-chefe da Apollo Global Management. Em análise ao S&P 493 — a bolsa sem as maiores empresas de tecnologia —, ele encontrou margens de lucro e receita por funcionário estagnadas, sem sinais de que a IA está melhorando a produtividade.
Investimentos sem retorno
Segundo Slok, o auge da euforia em torno da IA ainda não se traduziu em resultados concretos para a maioria das empresas. Ele questiona a noção de que não-tecnológicas estão apenas atrasadas em relação às gigantes do setor, argumentando que será difícil converter dados baratos em crescimento de receita e margens maiores.
O economista destaca ainda que, embora a IA seja uma ferramenta poderosa, ela carece de elementos essenciais ao sucesso corporativo, como julgamento, responsabilidade, confiança e cultura organizacional.
Pesquisas concordam com a avaliação
Estudos independentes recentes também apontam que a IA ainda não gerou ganhos significativos de produtividade na economia real, reforçando a visão de que o impacto da tecnologia nas demonstrações financeiras das empresas ainda é limitado.
O que ainda não foi divulgado
- Projeções sobre quando a IA começará a gerar retorno financeiro mensurável;
- Recortes específicos por setor analisados no S&P 493;
- Declarações formais ou reações de empresas não tecnológicas mencionadas;
- Dados atualizados além do terceiro trimestre de 2026.


