Segundo a Euronews, um estudo da Universidade de Limerick constatou que agentes de IA com aparência feminina recebem 10 % a menos de remuneração do que aqueles com aparência masculina ao realizar o mesmo trabalho.
Contexto da pesquisa
A Universidade de Limerick conduziu o levantamento analisando como as pessoas reagem a agentes de IA apresentados com traços masculinos ou femininos. Os resultados mostraram que, independentemente do desempenho idêntico, os usuários tendem a confiar mais e a oferecer pagamentos superiores aos agentes vistos como homens.
Como a notícia foi divulgada
A Euronews publicou a mesma matéria em seus feeds de Portugal e da Turquia, apresentando o título em português e em turco. Essa reprodução em diferentes versões linguísticas indica que a história chamou a atenção das equipes editoriais da emissora em mais de um mercado.
No feed turco da Euronews, a mesma manchete foi publicada duas vezes.
Essa duplicidade ocorreu nas versões em turco do portal, enquanto a versão em português apareceu apenas uma vez.

Implicações observadas
A diferença salarial percebida de 10 % pode influenciar decisões de design e de implantação de assistentes virtuais, levando empresas a preferir versões com características masculinas para funções de atendimento ao cliente ou de apoio operacional.
Informações ainda não divulgadas
A Euronews não informou o tamanho da amostra utilizada no estudo da Universidade de Limerick, nem quais setores ou tipos de tarefa foram avaliados no experimento.
Também não foi especificada a data exata de publicação da pesquisa nem se os resultados passaram por revisão por pares antes da divulgação na imprensa.


