Um modelo da OpenAI decifrou em seis horas uma carta secreta de Napoleão de 1809, que permanecia sem solução há mais de 200 anos, segundo relatos de veículos do Equador e da República Tcheca.
Como a IA realizou o deciframento
O engenheiro Carter Church, de 27 anos, utilizou um modelo de OpenAI para revelar o conteúdo de uma carta militar de 1809, segundo a Primicias (Equador).
O modelo GPT-6 Astra da OpenAI completou o processo em aproximadamente seis horas, conforme resultados divulgados por Church em setembro de 2026, aponta a Teleamazonas (Equador).
Via raio-X, os pesquisadores escanearam o documento e submeteram o texto à análise da IA, que identificou a escrita e tornou o conteúdo legível, explica a Seznam Zprávy (República Tcheca).
Sem ferramentas digitais, o trabalho poderia levar semanas; com a IA, seis horas bastaram, destacam os veículos.
Conteúdo da carta e contexto histórico
A carta, dirigida ao general francês Auguste de Marmont, trazia informações sobre as posições das tropas francesas, bávaras e polacas durante as guerras napoleônicas, conforme a Teleamazonas.
A mensagem detalha as posições francesas e aliadas, acrescenta a Primicias.
O conteúdo descreve posições de forças francesas e aliadas, complementa a Seznam Zprávy.

A carta também revelou informações sobre movimentos e localização de tropas francesas, bávaras e polacas, segundo a Teleamazonas.
Outras aplicações da IA em documentos históricos
A IA tem auxiliado na leitura de papiros carbonizados de Herculano, afetados pela erupção do Vesúvio em 79 d.C., permitindo análise virtual sem danificar os fragmentos, informa a Primicias.
Em junho de 2026, cientistas realizaram o despliegue virtual completo de um papiro da Biblioteca Nacional de Nápoles, cujo conteúdo corresponde a um tratado estoico sobre ética, noticiou a Seznam Zprávy.
O projeto francês Back in Time reúne historiadores, criptógrafos e especialistas em IA para desenvolver ferramentas de decriptação de correspondência antiga, segundo a Seznam Zprávy.
Em outubro de 2026, 225 cientistas de 21 países pediram mudanças imediatas para evitar incidentes graves com a IA, conforme a Primicias.


