Segundo o relatório State of AI Development (SOAD), da OutSystems, 97% das organizações globais já estão em fase de exploração de estratégias de IA agente, e quase metade avançou da fase piloto para produção.
Desafios de segurança e integração
Agentes de IA precisam de acesso ampliado a dados, integração profunda com sistemas e privilégios elevados para operar — condições que ampliam a superfície de ataque, especialmente em setores sob forte regulação, como serviços financeiros, infraestrutura crítica, saúde e governo.
Nesse cenário, estruturas como APRA CPS 230, CPS 234 e a Lei SOCI exigem resiliência operacional e segurança que as organizações precisam comprovar, tornando a governança de mera política uma obrigação operacional.
A fragmentação de tecnologias legadas e as dificuldades de integração aparecem como barreiras para levar os projetos de IA da experimentação à implantação empresarial.

Governança incorporada como solução
Agentes de IA de nível empresarial podem embutir controles de identidade, gerenciamento de acesso granular, monitoramento contínuo e recuperação resiliente desde o projeto, atendendo às exigências regulatórias australianas.
Adotar uma abordagem baseada em plataforma permite criar, orquestrar, monitorar e governar agentes em ambientes corporativos complexos, padronizando fluxos, reduzindo o desenvolvimento paralelo oculto e mantendo o acesso aos dados dentro das políticas e regulamentos vigentes.
O relatório SOAD mostra que apenas 36% das organizações contam hoje com uma abordagem centralizada de governança de IA, enquanto muitas ainda aplicam regras por projeto ou operam com supervisão fragmentada.
O que ainda não foi divulgado
- Não foi informado quantas organizações australianas participam dos projetos piloto ou de produção.
- Não foram divulgados detalhes metodológicos do relatório SOAD, como tamanho da amostra ou período de coleta.
- Não foi especificado quais métricas de produtividade foram atribuídas aos agentes de IA.


