Os Estados Unidos, a Coreia do Sul e mais de 10 nações anunciaram, em 4 de outubro de 2026, o "Kyoto Vision", um plano para usar IA na ciência. O foco: elevar a produtividade dos pesquisadores, reduzir burocracia e financiar ideias ousadas.
Objetivos do Kyoto Vision
O documento, liderado pelo Escritório de Ciência e Tecnologia da Casa Branca (OSTP), propõe que a IA seja integrada à pesquisa com cuidado, acompanhada de infraestrutura adequada e com planejamento para formar a próxima geração de cientistas.
- Elevar a produtividade dos pesquisadores.
- Diminuir a carga administrativa burocrática.
- Apoiar ideias ousadas.
- Reconhecer a diversidade dos objetivos científicos e oferecer diversos mecanismos de financiamento, incluindo apoio de longo prazo.
- Mantar o mais alto padrão de integridade científica e aceitar resultados nulos como parte do processo.
- Experimentar novos modelos de institutos de pesquisa.
- Garantir que a IA seja integrada com cuidado e que a infraestrutura necessária esteja disponível.
- Assegurar a formação e retenção de talentos para as próximas gerações.
Cooperação internacional e próximos passos
O "Kyoto Vision" foi apresentado no Fórum de Ciência, Tecnologia e Sociedade (STS) em Kyoto, com a participação de representantes do Japão, Reino Unido, Alemanha e outras nações. A iniciativa busca alinhar esforços globais para acelerar descobertas científicas por meio da IA.
O Ministério da Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul afirmou que promoverá inovações institucionais e liderará debates sobre cooperação internacional. O vice‑primeiro‑ministro e ministro da Ciência e Tecnologia da Informação e Comunicação (MSCIT) de Seul, Park Sung-ho, encontrou-se com Michael K. Pletcher, diretor da OSTP, para discutir diretrizes para políticas de IA e o fortalecimento da colaboração entre os dois países.


