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Google paga para virtual de fábrica aliviar dados

Google firmou com Voltus uma virtual de fábrica para liberar 1.070 MW de capacidade na rede PJM.

25 de out., 07:46 4 fontes · 2 países Infra Infraestrutura
InfraGoogle
Termostato inteligente em ambiente residencial Foto: panumas nikhomkhai / Pexels

O Google firmou um acordo com a empresa Voltus para criar uma "fábrica virtual" na rede elétrica PJM, na região central do Atlântico, com capacidade de liberar até 1.070 MW de energia para data centers de IA.

A demanda por energia dos centros de dados de inteligência artificial cresce rapidamente, e a Google precisa de mais capacidade elétrica. Para resolver isso, a empresa optou por pagar para que famílias e empresas reduzam o consumo em períodos de pico, liberando espaço na rede.

Como funciona a fábrica virtual

OGoogle não constrói novas usinas. A Voltus reúne centenas de consumidores residenciais e comerciais, incentivando-os economicamente a reduzir o uso de energia durante picos ou quando a rede está sobrecarregada. Alguns ajustes são automatizados, como termostatos inteligentes que reduzem a potência do ar-condicionado no verão. Cada participante libera poucos megawatts, mas somados, formam uma frota capaz de aliviar a rede quando necessário.

Foto: HUUM │sauna heaters / Pexels

Reações e contexto regulatório

O plano visa ser escalado em poucos anos, segundo a Voltus. Ele vem em meio ao aumento de protestos contra novos data centers, especialmente por custos para os consumidores locais. A Google não revelou valores do contrato, mas afirmou que é um dos maiores pagamentos por capacidade de rede feitos por uma tech. Além da fábrica virtual, a empresa também investe em energia nuclear e pesquisa formas de cortar consumo em horários de pico.

O que ainda não foi divulgado inclui o valor exato do contrato entre Google e Voltus, e os critérios usados para selecionar os participantes da fábrica virtual.

Apurado em 4 fontes

IT之家 (IT Home) (China)

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