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Google lança teste de satélite com TPU em 1º de outubro

Google enviará em 1 out/2026 um satélite teste com TPU, em parceria com SpaceX e Planet Labs, para validar resistência dos chips ao ambiente orbital.

25 de set., 04:14 47 fontes · 23 países Infra Infraestrutura
InfraGoogle
Satélite em órbita ao redor da Terra Foto: Zelch Csaba / Pexels

Google vai colocar em órbita, em 1 de outubro de 2026, o primeiro satélite teste que leva uma unidade de processamento de Tensor (TPU). O lançamento será feito por um foguete Falcon 9 da SpaceX, com apoio da Planet Labs, dentro do projeto Suncatcher.

Objetivos do teste Suncatcher

Segundo o Asharq Al‑Awsat, a missão tem como fim coletar dados em órbita e apontar pontos de falha dos chips TPU, sem tentar provar um data center operacional no espaço.

ShiftDelete.Net acrescenta que o teste medirá a resistência do hardware às forças de lançamento, à radiação e às temperaturas extremas da órbita baixa da Terra.

Log confirma que o lançamento ocorrerá em 1 de outubro a bordo de um Falcon 9 da SpaceX, justamente para observar o comportamento do equipamento no ambiente real do espaço.

Desafios técnicos e solução de refrigeração

O Asharq Al‑Awsat explica que, no vácuo orbital, o resfriamento convencional por fluxo de ar não funciona; portanto a Google combinará heat pipes e radiadores para dissipar o calor produzido pelos chips TPU.

Centro de dados conceitual no espaço
Foto: Brett Sayles / Pexels

ShiftDelete.Net e Log ressaltam que o teste vai medir precisamente a eficácia dessa solução sob radiação e variações térmicas típicas do espaço.

O Asharq Al‑Awsat alerta que a radiação espacial pode causar inversões de bits (bit flips) nos eletrônicos, um dos riscos a ser monitorado durante a missão.

Planos futuros para data centers orbitais

De acordo com o Asharq Al‑Awsat, a Google pretende lançar dois satélites adicionais em 2027 para testar enlaces de laser de alta largura de banda, essenciais para interligar futuros clusters de computação no espaço.

ShiftDelete.Net e Log indicam que, caso os resultados sejam favoráveis, a empresa avalia a possibilidade de estabelecer data centers orbitais que, até meados da década de 2030, poderiam ter custos de energia comparáveis aos dos centros terrestres, reduzindo a dependência do consumo elevado das instalações atuais.

Apurado em 47 fontes

الشرق الأوسط (Asharq Al-Awsat) (Arábia Saudita) · ShiftDelete.Net (Turquia) · Log (Turquia) · Yeniçağ Gazetesi — sitemap de notícias (Turquia)

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