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Google libera modelo Gemini 4 Argon para poucos confiáveis

Modelo chega com limite de saída de 1 milhão de tokens e preço inicial de US$ 2 por milhão de tokens de entrada.

01 de out., 21:10 16 fontes · 12 países Modelos Produto
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Servidor com luzes indicativas em data center representando infraestrutura de IA Foto: panumas nikhomkhai / Pexels

Google anunciou o modelo Gemini 4 Argon, disponibilizando-o inicialmente apenas para um grupo selecionado de defensores de cibersegurança através do programa Fairwind.

Capacidade técnica e preço

Segundo o InfoWorld, o Gemini 4 Argon possui limite de saída aumentado de 64 mil para 1 milhão de tokens, permitindo raciocínio mais extenso em tarefas de software engineering, conhecimento empresarial e cibersegurança.

O preço introdutório da API está definido em US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de tokens de saída, conforme informado pelo mesmo veículo.

O Techgenyz acrescenta que o modelo já foi usado internamente pelo Google para identificar otimizações de memória em seus data centers, liberando mais de 300 TiB e com economia projetada entre 500 TiB e 1 PiB.

Disponibilidade e processo de lançamento

De acordo com o CNET, o acesso está restrito a defensores de cibersegurança selecionados do programa Fairwind, seguindo o processo voluntário de revisão pré‑lançamento do governo dos EUA.

O Techgenyz observa que o programa conta com mais de 650 parceiros e que a disponibilidade mais ampla para clientes de API paga e assinantes do Google AI Ultra será oferecida "assim que possível", sem data pública definida.

Tela de editor de código mostrando sugestões de IA
Foto: Jakub Zerdzicki / Pexels

O InfoWorld destaca que o lançamento limitado ocorre após atrasos que levaram ao cancelamento do Gemini 3.5 Pro, inicialmente prometido para junho, deixando cerca de sete meses sem um modelo de topo.

Desempenho em benchmarks e comparações

Segundo o InfoWorld e o Techgenyz, o Gemini 4 Argon obteve 68,9 % no Vals Index (finance, coding, legal, tax) e 77,9 % no DeepSWE v1.1, superando o Claude Opus 5.5 em ambos, mas ficou atrás do mesmo Opus 5.5 no PostTrainBench para engenharia de ML (45,3 % vs 49,3 %).

O Techgenyz cita ainda que, no CWE-bench v1 de remoção de vulnerabilidades, o modelo ficou com 68 %, empatado com Grok 4.7, GPT-6 Astra e Claude Opus 5.5.

O CNET acrescenta que o Google afirma ter usado o Argon em pesquisas de computação quântica e em operações de memória para aumentar a eficiência interna.

Apurado em 16 fontes

InfoWorld (Estados Unidos) · Techgenyz (Índia) · CNET (Estados Unidos)

ver as 16 fontes

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