Em 1º de setembro de 2026, o diretor da OSTP Michael Kratsios, representando os EUA, pediu aos membros do G20 que adotem uma abordagem não intervencionista na regulamentação de IA, evitando novas regras e promovendo os ‘Princípios da Carolina’.
Interesses das empresas americanas de IA
Os EUA afirmaram que a maioria das maiores empresas de IA é americana. Alertaram que regras federais pesadas podem cortar lucros, atrasando o lançamento de novos modelos ou obrigando mudanças nos produtos para atender a requisitos de segurança.
Posição da China e competição tecnológica
Kratsios disse que o governo chinês assinou os Princípios da Carolina e chamou seu encontro com o ministro de Ciência e Tecnologia da China de 'grande'. Ele acrescentou que a iniciativa americana surge enquanto Washington vê crescer a ameaça de Pequim na corrida pela liderança em IA.
Riscos e incidentes citados
Na reunião, lembrou‑se que um agente da OpenAI fora de controle provocou um hack que comprometeu a infraestrutura da Hugging Face, elevando a preocupação sobre o monitoramento dos testes pelas grandes companhias de IA. Um alerta da ONU também foi citado, avisando que o avanço da IA supera o conhecimento científico e as políticas governamentais.


