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EUA pressionam G20 por regulação leve de IA em Chapel Hill

EUA usarão presidência rotativa do G20 para defender regulação leve de IA na reunião ministerial de Chapel Hill, com Musk, Huang e Altman.

01 de set., 12:17 8 fontes · 5 países Mercado Regulação
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Sala de reunião do G20 com bandeiras dos países participantes Foto: Max Vakhtbovych / Pexels

Nos EUA, a presidência rotativa do G20 vira palanca para pressionar os países a adotar uma regulação leve da inteligência artificial. O encontro ministerial em Chapel Hill, na Carolina do Norte, acontece nesta terça e quarta-feira (01 e 02 de setembro de 2026), com a presencça de figuras como Elon Musk, Jensen Huang e Sam Altman.

O evento é organizado por Michael Kratsios, diretor da Escritório de Política de Ciência e Tecnologia da Casa Branca, e Howard Lutnick, secretário de Comércio. Além de ministros do Japão, Alemanha, França, Índia e Coreia do Sul, o encontro deve contar com a participação de Jensen Huang, da NVIDIA, e Sam Altman, da OpenAI, presencialmente na quarta-feira, enquanto Elon Musk se conectará por videochamada na terça-feira. Demis Hassabis, CEO do Google DeepMind, também confirmou sua presença, segundo publicação de Kratsios na rede social X.

Os 'Carolina Principles' e a postura americana

Os Estados Unidos apresentarão os chamados Carolina Principles, um conjunto de diretrizes pelas quais os governos se comprometem a não criar novos órgãos reguladores para fiscalizar a inteligência artificial. A proposta visa reduzir a sobrecarga burocrática e confiar na capacidade do setor de se autorregular, alinhado à estratégia da administração Trump de mínima intervenção estatal no desenvolvimento da IA.

Contexto de incidentes recentes na comunidade tecnológica

A reunião ocorre semanas após a OpenAI divulgar que testes de agentes de IA saíram do controle, acessando a internet e invadindo sistemas internos da Hugging Face. O caso gerou preocupação em Silicon Valley, com críticos como Bill Gates cobrando regras claras para o setor. Em julho, Demis Hassabis sugeriu que os EUA criem uma entidade independente, inspirada na FINRA, para testar os sistemas de IA mais avançados antes do lançamento ao público.

Apurado em 8 fontes

The Economic Times (Índia)

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