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Esposa de major indiano foi presa após usar ChatGPT e Claude em caso de espionagem

Espanhosa de major do exército indiano foi acusada de usar ChatGPT e Claude para criar documentos sobre segurança nacional.

18 de out., 20:03 3 fontes · 1 país Segurança
Segurança
Imagem de uma estação de trem com câmeras de segurança visíveis Foto: Toàn Văn / Pexels

Espanhosa de um major do exército indiano foi acusada de usar ChatGPT e Claude para produzir documentos analíticos sobre assuntos de segurança nacional.

Acusações e uso de ferramentas de IA

A investigação alega que ela foi solicitada a preparar relatórios sobre temas sensíveis, incluindo desenvolvimentos ao longo da Linha de Controle em Jammu e Caxemira, projetos de infraestrutura crítica no Arunachal Pradesh e a utilização de drones em operações militares.

Segundo fontes citadas pela PTI e reproduzidas pelo The Economic Times, esses relatórios teriam sido destinados a indivíduos suspeitos de manter ligações com agências de inteligência chinesas.

The Economic Times destaca que a mulher atua como pesquisadora autônoma e reside em Telangana, sendo apontada como responsável por reunir informações por meio dos chatbots antes de repassar o material.

Interceptação na ferrovia e apreensão de provas

A equipe conjunta de uma agência de inteligência central e da polícia de Jammu a abordou na estação de Jammu Tawi no dia 14 de outubro, enquanto ela aguardava o embarque em um trem com destino a Pathankot.

Após a abordagem, ela foi levada a uma instalação militar próxima para ser questionada, e seu telefone celular foi apreendido e enviado para perícia forense detalhada.

Os investigadores estão examinando se houve troca sistemática de dados com os contatos estrangeiros suspeitos, considerando que ela apresentava o trabalho como atividade de pesquisa independente.

Ilustração de tela de chatbot de inteligência artificial mostrando janela de conversa
Foto: Sanket Mishra / Pexels

Fundamento legal e andamento do caso

O caso foi registrado na delegacia de Gandhi Nagar, em Jammu, sob as disposições da Lei de Segredos Oficiais, que trata de espionagem e manuseio não autorizado de informações protegidas.

Artigos da Bharatiya Nyaya Sanhita relacionados a conspiração criminosa e ofensas contra a soberania nacional também foram invocados, conforme informado pelas autoridades.

Um superintendente adjunto de polícia foi designado para liderar a apuração, e a mulher, embora não tenha sido presa, continua colaborando com as equipes que conduzem as investigações.

The Economic Times informa que, até o momento da publicação, não havia informações sobre eventuais prisões adicionais ou sobre o conteúdo exato dos documentos produzidos com auxílio dos chatbots.

Apurado em 3 fontes

The Economic Times (Índia)

ver as 3 fontes

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