ENISA obteve acesso ao Mythos 5 da Anthropic e ao GPT-6‑Astra da OpenAI, mais de três meses após o primeiro sinal da Anthropic, segundo a Bloomberg Businessweek. O porta‑voz da Comissão Europeia afirmou isso em 10 de setembro de 2026, conforme a CNA de Singapura. A agência passa a testar ambos os sistemas para avaliar desempenho em cenários de cibersegurança.
Acesso e teste dos modelos
Segundo a CNA de Singapura, o teste está em curso depois da concessão e inclui análise de possíveis vulnerabilidades do Mythos 5.
A mesma fonte afirma que o acesso ao GPT-6‑Astra foi concedido simultaneamente ao Mythos 5.
A IT之家 acrescenta que, segundo o porta‑voz da Comissão Europeia, a ENISA já está na fase de teste dos dois modelos e que o acesso ao GPT-6‑Astra foi confirmado na mesma declaração de quinta‑feira.
A Phys.org observa que a agência europeia de cibersegurança está testando o modelo de IA desenvolvido pela Anthropic, sem mencionar detalhes sobre a duração prevista dos testes.
A Yahoo Finanzas (Argentina) destaca que o acesso ao Mythos corresponde ao modelo mais potente da Anthropic disponível naquele momento.
A Euronews Portugal e o Lalibre.be ressaltam que o acesso ocorreu três meses após o lançamento do Mythos 5, indicando um intervalo entre a disponibilização do modelo e a liberação para a ENISA.

Contexto e limitações mencionadas pelas fontes
A Bloomberg Businessweek enfatiza que a concessão aconteceu mais de três meses após o primeiro sinal da Anthropic, embora não especifique a data exata da sinalização inicial.
O Techmeme informa que, apesar do acesso ao Mythos 5 e ao GPT-6‑Astra, a ENISA ainda não possui permissão para usar o Mythos 5.1, versão posterior do modelo.
IT之家 menciona que, anteriormente, a Casa Branca havia imposto restrições que proibiam instituições estrangeiras de acessar modelos de IA de alta performance de empresas dos EUA; embora essas restrições tenham sido posteriormente flexibilizadas, o artigo nota que a questão do acesso continuava em debate.
BeninWebTV e TechGear.gr focam na intenção da ENISA de avaliar ambos os modelos para melhorar a detecção de ameaças e analisar possíveis fraudes ou usos indevidos em contextos de cibersegurança.
- Não há detalhes sobre cláusulas de confidencialidade no acordo.
- Não há informação sobre a duração prevista dos testes.
- Não há resultados preliminares divulgados.


