Les Éditions du Boréal, editora canadense sediada em Montreal, confirmou oficialmente que inteligência artificial generativa foi utilizada na escrita do romance de Thélyson Orélien, título C’était ça ou mourir, encerrando a colaboração com o autor após a polêmica tombar sobre o mercado editorial.
Admissão da editora sob pressão
A editora canadense admitiu o uso de IA após semanas de silêncio e crescente pressão da imprensa francesa e canadense, além de críticas de leitores e profissionais do setor. O romance, que já havia gerado debate sobre autenticidade literária, entrou em uma crise institucional quando suspeitas sobre o envolvimento de algoritmos se tornaram públicas.
Reações divergentes entre os mercados
Enquanto a imprensa francesa tratou o caso como um escândalo ético, destacando as acusações de uso massivo de IA generativa por parte do autor, o jornal canadense Le Journal de Montreal focou no aspecto institucional, reportando a confirmação oficial por parte da editora. Nenhuma fonte especificou o tipo de IA ou o alcance do uso, apenas a confirmação de que material produzido por máquinas foi incorporado ao texto final.

Impacto na indústria da literatura
A polêmica chegou ao mercado brasileiro de forma indireta, mas reflete uma preocupação crescente entre editores e escritores sobre a definição de originalidade em uma era de ferramentas automatizadas. Até o momento, nenhuma fonte disponibilizou dados sobre como foi detectado o uso de IA, se houve revisão humana do conteúdo ou se o autor reconheceu parcialmente a contribuição algorítmica.
O que ainda não foi divulgado
As fontes não informaram: o nome da plataforma de IA utilizada; se o autor usou a IA de forma autônoma ou com orientação de terceiros; se partes específicas do texto foram geradas por máquinas; se houve qualquer revisão editorial humana do conteúdo produzido por IA; ou se o autor manifestou-se publicamente sobre o caso.


