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Cotas de IA e dívida global sob pressão; dólar e petróleo ganham força

Venda de cotas de IA e a alta dos juros na França e nos EUA derrubam índices; petróleo sobe e apostas no Fed caem.

25 de out., 00:46 7 fontes · 2 países Mercado Análise
Mercado
Gráfico de ações com tendência de queda e cotações de IA em vermelho. Foto: Rafael Minguet Delgado / Pexels

As vendas de cotas de inteligência artificial e a pressão sobre a dívida global preocupam o mercado das ações; enquanto isso, o dólar e o petróleo avançam. Segundo o VnEconomy, a semana de 18 a 24 de outubro de 2026 foi marcada pela forte apreciação do petróleo, impulsionada pelas tensões no Golfo Pérsico, e pela onda de venda em ativos de risco, com destaque para as ações de IA.

Venda em ações de IA e recuo de índices

A banca de investimento aponta que a alta dos juros reais e o custo crescente da dívida para empresas tecnológicas pesaram sobre as cotações das big techs ligadas ao setor de IA.

O mesmo movimento de venda foi observado em fundos de investimento, com a redução de exposição a contratos de seguro contra inadimplência ligados a projetos de IA.

Juros subem na França e apostas no Fed caem

Em meio a protestos que se tornaram tumulto nas ruas de Paris, o rendimento dos títulos franceses de 10 anos rompeu a marca de 5% pela primeira vez em 24 anos, segundo dados do VnEconomy. A escalada das preocupações com a dívida pública da zona do euro reforçou o apetite por ativos seguros, mas os dados econômicos dos EUA trouxeram alívio parcial: o rendimento do Tesouro americano de 10 anos caiu abaixo de 5% após uma semana de alta.

No front das taxas futuras, os contratos de juros real negociados na semana indicaram forte redução na probabilidade de alta na próxima reunião do Fed. AExpectativa sobre uma alta nos encontros de outubro e dezembro de 2026 caiu para menos de 10%, de 17% registrada no início da semana.

Plataforma de perfuração de petróleo ao entardecer iluminada pelo sol.
Foto: GANESH RAMSUMAIR / Pexels

Petróleo dispara e dólar se fortalece

O conflito no Golfo Pérsico fez o preço do barril de crude subir ao nível mais alto em cinco meses, segundo o VnEconomy. O avanço do petróleo compensou a pressão sobre o dólar, que seguiu firme frente a outras moedas, impulsionando novamente o orçamento de importação de commodities.

Meanwhile, o ouro também foi negociado com forte venda na semana — refletindo o comportamento de investidores mais voltados ao curto prazo.

Onde a cobertura diverge

O material consultado provém exclusivamente do VnEconomy, da Vietnam, e não apresenta fontes adicionais para contrapondo ou complementar os fatos divulgados.

O que ainda não foi divulgado

Não há informações sobre a origem exata das vendas em cotas de IA, nem sobre possíveis estímulos globais que possam reverter o cenário de risco.

Apurado em 7 fontes

VnEconomy (Vietnã)

ver as 7 fontes

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