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Confiança na IA generativa cai abaixo de 40%, mas consumidores seguem aconselhando-se sobr

Consumidores não confiam na IA generativa, mas usam recomendações algorítmicas para decisões de compra. Pesquisa McKinsey destaca ceticismo e contradição no com

30 de ago., 05:50 2 fontes · 1 país Mercado Análise
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Pessoas fazendo compras online usando smartphone Foto: Nataliya Vaitkevich / Pexels

Consumidores não confiam na IA generativa, cujos níveis de confiança ficaram abaixo de 40%, mas mesmo assim recorrem a recomendações algorítmicas para decisões de compra, conforme pesquisa da McKinsey divulgada no The McKinsey Podcast.

Motivos do ceticismo

Danielle Bozarth, líder global da prática de Varejo e Bem de Consumo Embalado da McKinsey, destacou que o ceticismo é especialmente intenso em relação a canais orientados por algoritmos, como redes sociais, e mais ainda com a IA generativa, com confiança abaixo de 40 por cento. A pesquisa revelou que até recomendações de amigos e familiares recebem baixa pontuação entre os mais jovens. Mesmo quando os consumidores ampliam o número de fontes que consideram, confiam significativamente menos nessas fontes, criando um obstáculo para marcas e influenciadores que buscam moldar a jornada de decisão.

Como os consumidores ainda utilizam a IA

Apesar da desconfiança, os consumidores recorrem à orientação da IA generativa em decisões de maior consideração, como viagens, produtos de beleza e moda. A pesquisa mostrou que os consumidores estão se tornando mais criativos ao buscar maior valor para o dinheiro, avaliando durabilidade, utilidade, possibilidade de reparo, valor de revenda e outros fatores. Clarisse Magnin, sócia sênior da McKinsey, observou que o valor precisa ser projetado desde o início da oferta, não apenas acrescentado posteriormente por meio de promoções. O estudo identificou quatro tendências centrais que remodelam o comportamento do consumidor: um caminho de compra liderado por tecnologia, uma revolução mais ampla da saúde, uma expansão da economia da experiência e o surgimento do consumidor recurso.

Implicações para empresas

Os sites próprios das marcas recebem poucas menções nas respostas geradas por IA, segundo a pesquisa. Isso leva as companhias a adotar estratégias de otimização para motores gerativos, a fim de ajudar os algoritmos a interpretar especificações estruturadas, detalhes de produto e perguntas frequentes. A pesquisa mostrou que a adoção de ferramentas de IA generativa permanece mais forte em compras de alta consideração, como viagens, beleza e moda, pressionando as empresas a adaptar rapidamente suas operações e estratégias de marketing. Essa mudança exige que as marcas repensem como apresentam informações para que os sistemas de IA possam extrair e usar os dados de forma eficaz.

O que ainda não foi divulgado

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