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China pede barreira de segurança para regular IA

Chen Yixin pede barreira de segurança para IA; mais de 500 mi de usuários em junho/2026 e cita riscos como desinformação e uso militar.

14 de set., 05:15 34 fontes · 5 países Segurança Regulação
Segurança
Ilustração de conceito de segurança para inteligência artificial Foto: Tara Winstead / Pexels

Segundo o Diario Libre e o Jornal Económico, o ministro chinês da Segurança do Estado, Chen Yixin, pediu neste domingo a criação de uma “barreira de segurança” em torno da inteligência artificial.

Segundo o Jornal Económico, em junho de 2026 a China já contava com mais de 500 milhões de usuários de IA.

Riscos citados

Supervisão e rivalidade EUA-China

Segundo o Jornal Económico, Chen Yixin afirmou que a IA virou um dos principais campos da competição tecnológica mundial e uma nova frente da “rivalidade entre grandes potências”, segundo texto publicado pela Administração do Ciberespaço da China no WeChat.

Ele defendeu desenvolvimento “saudável e ordenado” da IA, mas pediu reforço da supervisão sobre dados, algoritmos, infraestrutura de computação e aplicações civis e militares.

Segundo o Jornal Económico, certos países, sob o pretexto de salvaguardar a segurança nacional, limitam a capacidade de outras nações de adquirirem equipamentos de ponta e de inovar.

Reunião de oficiais chineses discutindo regulamentação de IA
Foto: mg shawn / Pexels

No domínio militar, segundo o Jornal Económico, a IA está deixando de ser apenas papel de apoio para se tornar protagonista, citando o confronto entre Washington e Teerão.

Segundo o Jornal Económico, apesar das restrições norte‑americanas a chips avançados, empresas chinesas como DeepSeek, Moonshot, Alibaba, Tencent e Zhipu competem por meio de modelos abertos, preços baixos e rápida implantação comercial; DeepSeek e Moonshot cogitam possíveis listagens em bolsa, enquanto modelos como Kimi K3, Qwen3.8‑Max e GLM‑5.2 se aproximam dos sistemas mais avançados de empresas norte‑americanas como OpenAI ou Anthropic.

Acusações norte‑americanas e desenvolvimentos de mercado

Segundo o Jornal Económico, autoridades norte‑americanas, incluindo o secretário do Tesouro Scott Bessent, acusaram empresas chinesas de utilizarem a técnica de “destilação” para treinar modelos a partir das respostas de outros sistemas, a fim de copiar tecnologia.

Segundo o Jornal Económico, DeepSeek e Moonshot avançaram com possíveis entradas em bolsa.

Apurado em 34 fontes

Diario Libre (República Dominicana) · Jornal Económico (Portugal) · El Universal (México)

ver as 34 fontes

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