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China tem PIB de 4,5% no 3º trimestre puxado por IA

PIB da China subiu 4,5% no terceiro trimestre, limitado pela fraca demanda interna, enquanto as exportações de IA impulsionaram o crescimento.

19 de out., 19:07 7 fontes · 7 países Mercado
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Fábrica chinesa com linhas de montagem Foto: jason hu / Pexels

Segundo o Malay Mail, a economia chinesa expanded 4,5% no terceiro trimestre de 2026, ligeiramente acima da previsão de 4,4% feita por analistas e dentro da meta anual de 4,5% a 5,0% definida pelo governo.

Fatores por trás do crescimento

O crescimento foi sustentado pelo setor exportador, que se beneficiou da alta demanda por produtos relacionados à inteligência artificial, segundo o relatório do National Bureau of Statistics citado pelo Malay Mail. Apesar desse impulso, a demanda interna permaneceu fraca, afetada pelo aumento dos custos de energia e pela persistente crise no mercado imobiliário.

Desafios e resposta das autoridades

Para contrabalançar a fraqueza do consumo, Pequim anunciou subsídios a hipotecas e aumentou os investimentos em infraestrutura, medidas que visam estimular a demanda interna sem comprometer o foco nas exportações de alta tecnologia. O Malay Mail ressalta que, enquanto as exportações continuam a crescer, o equilíbrio dependerá da recuperação do consumo das famílias.

Contêineres prontos para exportação em porto chinês
Foto: Wolfgang Weiser / Pexels

Visão dos analistas e projeções

Analistas ouvidos pelo Malay Mail afirmam que o avanço do PIB mostra que a economia está conseguindo superar as expectativas trimestrais, mas alertam que o crescimento permanece vulnerável enquanto a recuperação do consumo interno não se consolidar. Eles recomendam que as políticas de estímulo sejam mantidas até que haja sinais claros de retomada sustentada do gasto das famílias.

O papel da inteligência artificial nas exportações

Segundo o Malay Mail, o setor de exportações da China tem sido impulsionado por bens e serviços vinculados à inteligência artificial, o que tem ajudado a compensar os efeitos negativos da crise imobiliária e do baixo consumo interno. Essa tendência reflete a estratégia de Pequim de valorizar alta tecnologia como motor de crescimento apesar das dificuldades domésticas.

Apurado em 7 fontes

Malay Mail — Money (Malásia)

ver as 7 fontes

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