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China pode autorizar Alibaba e ByteDance a usar RTX Pro 5500

Segundo o Yahoo Finanzas e o The Straits Times, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China teria sinalizado que pode autorizar Alibaba e Byte

27 de set., 15:37 13 fontes · 10 países Mercado
MercadoNVIDIAQwenByteDance
Prateleira de servidores com luzes indicadoras em data center Foto: panumas nikhomkhai / Pexels

O governo chinês teria sinalizado que pode autorizar a Alibaba e a ByteDance a comprar os novos chips de trabalho Nvidia RTX Pro 5500, cujo preço inicial ultrapassa os US$ 6 000, segundo o Yahoo Finanzas e o The Straits Times.

Detalhes do chip e contexto regulatório

Segundo o Yahoo Finanzas, o RTX Pro 5500 é uma GPU de estação de trabalho da geração Blackwell, com 84 GB de memória GDDR7 e 21 760 núcleos CUDA, lançado neste mês.

O mesmo veículo destaca que o chip fica fora da categoria de aceleradores para data centers, que tem sido alvo das restrições de exportação dos EUA desde outubro de 2022, o que poderia dar à Pequim maior margem para aprovar a compra sem gerar novas fricções com Washington.

O The Straits Times acrescenta que o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China teria solicitado a empresas nacionais que informem quantas unidades RTX Pro 5500 pretendem adquirir e para que fim, indicando a intenção de aprovar as transações.

Close-up de um chip de processador Nvidia sobre placa-mãe
Foto: Sergei Starostin / Pexels

Reações, verificações e cenário diplomático

Segundo o Yahoo Finanzas, o momento coincide com a cúpula Xi‑Trump realizada na semana anterior em Washington, onde os controles de exportação de chips foram notably ausentes dos comunicados oficiais; o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, disse à CNBC que tais controles foram “retirados da mesa” nas negociações.

O The Straits Times cita que a Reuters não conseguiu verificar imediatamente o relatório da The Information e que nem a Alibaba nem a ByteDance responderam a pedidos de comentário, assim como o governo chinês não foi contatado para declaração.

Um porta‑voz da Nvidia afirmou à Reuters que as empresas americanas continuam sujeitas a controles de exportação desatualizados, que abrangem produtos de gaming lançados há cerca de cinco anos, além das próprias limitações chinesas às importações dos EUA.

Apurado em 13 fontes

Bloomberg Businessweek (Estados Unidos) · Yahoo Finance (Estados Unidos) · La República (Colômbia)

ver as 13 fontes

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