Mais de 100 empresas, incluindo Google, OpenAI, Microsoft e Amazon, publicaram uma carta aberta pedindo defesa coletiva contra ataques cibernéticos impulsionados por IA. Entre os setores em risco estão hospitais, estações de tratamento de água e a infraestrutura de internet.
O que a carta pede e por que é urgente
A iniciativa, liderada por gigantes da tecnologia e publicada no site da OpenAI, alerta que o avanço das capacidades das IA pode tornar os ciberataques mais rápidos, complexos e difíceis de conter. Já existem casos registrados de invasões a sistemas de controle industrial (PLC) em estações de água, conforme informações do FBI, da EPA e da NSA norte-americana.
A carta não é apenas um apelo teórico. Ela lista ações práticas: governos devem coordinar inteligência de ameaças em três níveis — local, nacional e internacional — e liberar recursos adicionais. Empresas de tecnologia e segurança, por sua vez, precisam integrar IA às ferramentas de defesa. E as próprias empresas de IA devem abrir acesso a modelos, financiamento e treinamento para grupos que protegem infraestrutura crítica com recursos limitados.
Entre os signatários estão nomes como Cloudflare, CrowdStrike, IBM, Mastercard e Visa — além de bancos, fornecedoras de hardware e startups de segurança. A carta também convida líderes públicos e privados a unir forças, tecnologia e conhecimento para a redefinição da defesa cibernética.
- Accenture
- Adobe
- Amazon
- AMD
- Anthropic
- Capital One
- Citi
- Cloudflare
- CrowdStrike
- IBM
- Mastercard
- Microsoft
- OpenAI
- Visa


