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Ataques de drones ucranianos nos data centers russos

Ucrânia atacou o maior data center da Sberbank e três da Yandex com drones, derrubando 94% do tráfego e citando queda da desinformação.

19 de out., 16:21 3 fontes · 2 países Infra
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Fachada de um data center com painéis e torres de refrigeração Foto: Peter Xie / Pexels

Segundo The Conversation AU, um ataque de drone ucraniano atingiu o maior data center da Rússia, de propriedade do Sberbank, após três strikes contra instalações da Yandex, cuja queda de tráfego chegou a 94%. O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que a ação reduziu a desinformação e a atividade de bots nas plataformas sociais, embora relatos posteriores tenham colocado essa afirmação em dúvida.

Impacto nos serviços da Yandex e do Sberbank

Segundo The Conversation AU, depois dos ataques, o tráfego da Yandex caiu 94%, o que gerou interrupções intensas em serviços como e‑mail, busca, navegação, música, transporte por aplicativo, marketplace e operações financeiras.

Segundo The Conversation AU, o data center da Sberbank, descrito como o maior da nação, teve sua operação afetada, o que pode comprometer tanto funções militares quanto serviços civis que dependem da infraestrutura de dados russos.

Segundo The Conversation AU, a Rússia tem menos opções de redundância internacional porque sua política de “soberania digital” exige que dados sejam armazenados localmente desde 2015 e, após a invasão de 2022, as sanções limitaram significativamente a capacidade de manter backups no exterior.

Debate sobre soberania digital e desinformação

Segundo The Conversation AU, o episodio evidencia como a infraestrutura física de comunicação influencia o ambiente online e levanta questões sobre o verdadeiro significado de “soberania digital”.

Drone voando sobre uma instalação industrial ao pôr do sol
Foto: Daniel Reche / Pexels

Segundo The Conversation AU, embora os data centers normalmente adotem redundância e backups para evitar perdas permanentes, os ataques iranianos a instalações da Amazon Web Services nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein provocaram degradação de longo prazo e perda irrecuperável de alguns dados.

Segundo The Conversation AU, especialistas ressaltam que campanhas de influência nem sempre difundem falsidades; muitas atuam minando a confiança pública e delegitimando processos democráticos, como visto nas narrativas concorrentes durante o referendo australiano de 2023 sobre a Voz Indígena ao Parlamento.

Segundo The Conversation AU, na Nova Zelândia, operações de influência foram identificadas por avalanches de abusos misogínicos destinados a enfraquecer o apoio público a iniciativas de política.

Segundo The Conversation AU, a Rússia é conhecida por intervir de forma orquestrada na política de outros países, geralmente com o objetivo de semear descaso, desconfiança e consternação, além de apoiar candidatos alinhados a interesses pró‑russo.

Apurado em 3 fontes

The Conversation AU (Austrália)

ver as 3 fontes

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