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Ásia usa IA e apoio estatal para enfrentar choque do petróleo

Economias asiáticas combinam investimentos em inteligência artificial e apoio governamental para mitigar o impacto do aumento dos preços do petróleo, segundo o

04 de set., 01:26 9 fontes · 8 países Mercado
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Traders em um mercado asiático observando telas com dados econômicos Foto: Quý Nguyễn / Pexels

As economias asiáticas estão usando apoio estatal e investimentos em inteligência artificial para atenuar o impacto do aumento dos preços do petróleo, segundo o Ekonomim.

Desempenho recente

O Ekonomim destaca que a Índia registrou crescimento de 7,8% ao ano no segundo trimestre de 2026, enquanto a Malásia acelerou para 6% e Singapura apresentou expansão de 5,9%. A publicação aponta que muitos países da região tiveram desempenho acima das expectativas apesar dos custos elevados de energia.

Medidas governamentais

O Ekonomim informa que governos asiáticos têm usado reservas estratégicas de petróleo, ajustado rotas de suprimento e aumentado a oferta de petróleo proveniente do Oriente Médio. Segundo a fonte, alguns países elevaram subsídios a recursos como carvão, energia solar e biocombustíveis para reduzir o efeito dos preços altos.

O Ekonomim detalha que Singapura ampliou auxílios em dinheiro, cupons e apoio ao aluguel para famílias e empresas; a Tailândia está realocando gastos públicos para preparar suporte extra ao custo de vida; e a Índia ativou pacotes de apoio financeiro para pequenas empresas.

Fábrica de semicondutores produzindo chips para aplicações de inteligência artificial
Foto: Magda Ehlers / Pexels

Setores beneficiados e pressionados

O Ekonomim observa que economias com forte base tecnológica, como Taiwan e Coreia do Sul, estão colhendo benefícios dos investimentos globais em IA, que aumentaram a demanda por semicondutores e eletrônicos. A fonte destaca que Taiwan registrou um dos melhores crescimentos do primeiro semestre de 2026 e que a Coreia do Sul teve um de seus melhores desempenhos desde 2020.

O Ekonomim contrapõe que, por outro lado, nações altamente dependentes de importações de energia enfrentam contas de eletricidade mais altas, maiores necessidades de financiamento e balanços econômicos mais fracos, enquanto problemas de recursos na Tailândia e nas Filipinas limitam a difusão dos efeitos positivos observados em outras partes da região.

Apurado em 9 fontes

Ekonomim (sitemap-news) (Turquia)

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