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Artistas resistem ao uso de obras em treinamento de IA

Músicos como Madonna e SZA se posicionam contra o uso de suas vozes e catálogos para o treinamento de modelos de inteligência artificial sem autorização.

07 de ago., 18:20 1 fonte · 1 país Mercado
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Mesa de som em estúdio profissional de gravação. Foto: Dainé Zeferino / Pexels

Músicos de renome global, incluindo Madonna e SZA, manifestaram oposição ao uso de suas obras para o treinamento de sistemas de inteligência artificial. A resistência ocorre em meio a parcerias fechadas entre gravadoras e empresas de tecnologia para o desenvolvimento de novos produtos no setor.

O conflito sobre o uso do catálogo

Durante o último ano, companhias como Universal Music, Sony Music e Warner Music estabeleceram acordos comerciais visando a exploração de suas bases musicais por empresas de IA. Embora essas gravadoras detenham a propriedade das gravações, o uso desses ativos para alimentar modelos generativos enfrenta o veto direto dos artistas. A interpretação de músicos e seus representantes é de que a licença de catálogos não autoriza a manipulação das vozes e imagens dos intérpretes originais para o aprendizado de máquinas.

Resistência dos artistas

A hostilidade à tecnologia é pontuada por declarações públicas. Guy Oseary, empresário de Madonna, afirmou em entrevista que a artista recusa qualquer proposta financeira voltada ao licenciamento de suas músicas para o treinamento de inteligência artificial. O posicionamento reflete a cautela de diversos músicos em relação a ferramentas cujo impacto no mercado de entretenimento permanece incerto. A apuração deste caso foi registrada em 1 veículo no Brasil.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 1 fonte

O Globo — Economia (Brasil)

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