Apple afirma que o ex‑engenheiro sênior Chang Liu, que trabalhava como engenheiro de sistemas elétricos na empresa, acessou o esquema de um conversor de energia enquanto estava na OpenAI e teria usado informações proprietárias da Apple para treinar um agente de inteligência artificial em março de 2026; a prova teria surgido em um MacBook fornecido pela OpenAI à Apple em 21 de agosto durante o processo de descoberta, levando a empresa a pedir ao tribunal federal dos EUA que acelere a obtenção de novas provas no caso de segredo comercial.
Acusação da Apple
Apple diz que Liu acessou o esquema do conversor de energia enquanto trabalhava na OpenAI.
Segundo a companhia, ele teria utilizado dados proprietários da Apple para treinar um agente de IA em março de 2026.
A empresa afirma que a evidência apareceu durante a troca formal de materiais entre as equipes jurídicas, proveniente de um MacBook que a OpenAI forneceu à Apple em 21 de agosto como parte do processo de descoberta.
Apple pediu ao tribunal federal dos EUA que acelere a coleta de novas provas no caso de segredo comercial contra a OpenAI.

Defesa da OpenAI
OpenAI nega as acusações de roubo de segredo comercial, afirmando que a Apple não conseguiu demonstrar que informações confidenciais tenham sido subtraídas por ex‑funcionários.
A empresa descreveu o litígio como “um caos criado pela própria Apple”, que tenta responsabilizar outros.
OpenAI pediu ao juiz que arquive a ação movida em julho, na qual a Apple acusa a empresa e os ex‑empregados Tang Tan e Chang Liu de apropriação indevida de segredos relacionados a design de hardware, fabricação e cadeia de suprimentos.
Segundo a OpenAI, a Apple estaria usando o processo para desacelerar um potencial concorrente e desencorajar saídas de funcionários, enquanto a firma teria contratado cerca de 400 ex‑empregados da Apple para sua divisão de hardware.


