Anthropic lançou o Claude Opus 5.5, novo modelo de IA 40% mais barato que o Opus 5, com foco em agentic coding, computer use e tasks de trabalho.
O anúncio ocorre antes de uma possível oferta pública inicial (IPO) da empresa, conforme indicado por fontes norte‑americanas.
Desempenho em benchmarks
- Em testes GDPval‑AA v2, que medem desempenho em trabalhos reais, o Opus 5.5 obteve 1.846 pontos, enquanto o Claude Fable 5.1 ficou com 1.735.
- No Terminal‑Bench 4.0, o modelo alcanzó 66,4% de eficiência, contra 57,9% do GPT‑6 Astra, representando uma vantagem de 8,5%.
- O GPT‑6 Astra ainda se sai melhor no Terminal‑Bench‑Science 0.1.
- Um tester relatou ter concluído a migração de 680.000 linhas de código em menos de um dia, tarefa que levaria semanas a uma equipe de engenharia.
- O Opus 5.5 também identifica e corrige ineficiências de software mais rapidamente que versões anteriores.
- Em benchmarks gerais de coding, computer use e workplace tasks, o modelo supera vários concorrentes.
Custo, disponibilidade e lançamentos futuros
- Segundo a Anthropic, o Opus 5.5 oferece capacidades e melhorias de segurança similares ao Claude Fable 5.1, porém com 40% de redução de custo em relação ao Opus 5, lançado em julho.
- O modelo está disponível em todas as plataformas principais: Amazon Web Services, Google Cloud, Microsoft Azure e também no Claude Platform para desenvolvedores.
- A empresa anunciou que em breve lançará os modelos Claude Sonnet 5.5 e Claude Haiku 5.5.
Segurança e responsabilidade
- O Opus 5.5 passou por avaliações rigorosas, incluindo testes externos da METR e da Frontier Design.
- A Anthropic afirma que o modelo é menos propenso a executar ações difíceis de reverter ou a agir fora dos limites estabelecidos, e é mais resistente a prompt injection que o Opus 5.
- A companhia está preparando sistemas de segurança e monitoramento mais fortes, proteções contra uso indevido e novos métodos para treinar e avaliar modelos antes da implantação.
- Em seu blog, a Anthropic defende que, à medida que a IA se torna mais capaz, a política pública deve ter papel maior na garantia de segurança, e que já começou a construir a infraestrutura necessária.


