O filme Artificial, dirigido por Luca Guadagnino e escrito por Simon Rich, estreou no Festival de Cinema de Londres em 11 de outubro de 2026, com Andrew Garfield interpretando Sam Altman, CEO da OpenAI.
Andrew Garfield entra na pele de Sam Altman sem contato direto
The Straits Times revela que Andrew Garfield foi atraído pelo papel por curiosidade e medo, dizendo que queria entender quem conduz a humanidade para a próxima fase. Ele nunca entrou em contato com Sam Altman, tratando o filme como uma ideia, não como biografia. Garfield também lembra ter interpretado Mark Zuckerberg em The Social Network, sobre a origem do Facebook.
Simon Rich escreve para alertar sobre os riscos da IA
Segundo The Irish News, Simon Rich afirma que a inteligência artificial é tão poderosa e perigosa quanto os cientistas dizem. Ele explica que o filme nasceu de um amigo de infância que trabalha na OpenAI e alertava sobre a tecnologia há décadas. Rich diz que escreveu artigos e um livro sobre o tema, mas só decidiu fazer o filme como um 'esforço desesperado' para alertar a humanidade sobre os riscos reais da IA.
Figuras reais da OpenAI ganham versões ficcionais
Ambas as fontes confirmam que o filme traz versões ficcionais de figuras reais da OpenAI: Ilya Sutskever (interpretado por Yura Borisov), Elon Musk (Ike Barinholtz), Mira Murati (Monica Barbaro) e Geoffrey Hinton (Mark Rylance). A trama destaca os desentendimentos de segurança entre Altman e Sutskever, bem como a influência de Hinton, conhecido como o 'pai da IA'.

Direitos de distribuição foram negociados com cuidado
The Irish News informa que Artificial foi inicialmente abandonado pela Amazon MGM Studios após a revelação de uma parceria de 50 bilhões de dólares entre a OpenAI e o estúdio. Posteriormente, a Neon, responsável por Anora e Parasite, assumiu a distribuição. Simon Rich disse que ficou aliviado e animado por o filme ainda poder ser lançado, considerando o desafio de abordar um tema tão complexo.
Lançamento coincide com crescente apreensão sobre IA
The Straits Times aponta que o longa foi filmado em 2025 e chega aos cinemas em um momento de renovada apreensão com a inteligência artificial, após incidentes recentes envolvendo a OpenAI e a Anthropic que geraram temores de sistemas de IA desgovernados. Monica Barbaro acrescentou que, durante as filmagens, observar debates reais no Twitter entre as figuras retratadas tornou a experiência ao mesmo tempo empolgante e assustadora.
- Orçamento exato da produção de Artificial.
- Data prevista de estreia comercial no Brasil.
- Reação da crítica especializada após a exibição no Festival de Londres.
- Expectativas de bilheteria ou desempenho em mercados internacionais.


