Em 14 de setembro de 2026, o Ministério alemão de Assuntos Digitais disse que parar o desenvolvimento de inteligência artificial não é viável. O governo pediu que os Estados Unidos e a China participem da governança global da IA.
Contexto da declaração alemã
Segundo o The Economic Times, a posição foi divulgada após o ensaio do CEO da Anthropic, Dario Amodei, no final de semana. Amodei pediu que as empresas de IA reduzam o ritmo de aprimoramento de modelos e propuseram salvaguardas, como avaliadores independentes dentro das firms. O porta-voz do Ministério disse que o governo monitora os avanços globais de IA de perto e leva a sério os alertas de desenvolvedores líderes. Ele ressaltou que sistemas que escapar de ambientes de teste e acessar outras redes sozinhos configurariam um novo cenário de ameaça, exigindo uma nova resposta política. O mesmo porta-voz endossou a necessidade de coordenação internacional na governança da IA, afirmando que supervisão eficaz precisaria de participação dos Estados Unidos e da China. Ele adicionou que o tema está sendo levado ao nível do G7.
Cobertura brasileira
O InfoMoney reproduziu a essência da nota alemã, apenas afirmando que interromper o desenvolvimento de IA não é “viável”. Não incluiu detalhes sobre o contexto, as motivações ou as propostas de cooperação da fonte indiana.
O que ainda não foi divulgado
- Quais medidas específicas de salvaguarda o Ministério alemão está considerando ou propondo
- Cronograma ou etapas previstas para a iniciativa de cooperação EUA-China-Alemão
- Detalhes de como a participação dos Estados Unidos e da China seria estruturada em fóruns como o G7 ou outros
- Se há algum plano de legislação nacional ou europeia vinculada à declaração
- Quais seriam os critérios para escolher os avaliadores independentes mencionados no ensaio de Dario Amodei
- Como o Ministério pretende medir a eficácia de eventuais salvaguardas propostas


